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terça-feira, 5 de julho de 2011

memorias

Eu não sei pra onde vou caminhando
Com toda essa quinquilharia
Minha cabeça não pára, não pesa
O que há nas entrelinhas da minha grafia.
Se eu me perguntar por que quero beijar
Esses olhos estranhos que me assistem caminhar
Azuis, verdes, castanhos...
Terei eu confessado deles gostar?
E se eu olhar pra trás, de esguelha, e sorrir
E parar, como fiz, pra encarar
Verei a historia que um dia vivi, renovar?
E quando tornarem-se parte minha integrante
Ficarão, esses olhos, registrados em minhas fotografias?
Farão parte das minhas pornografias?
Ou serão apenas imagens fugazes
de minhas memórias vazias?

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